Frontiers:

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Novas Mídias, Narratividade e Ensino linha de pesquisa do NEUROEDUC

Linha de Pesquisa
Novas Mídias, Narratividade e Ensino


 Linha de pesquisa
 Novas Mídias, Narratividade e Ensino
 Nome do grupo: Neuroeduc - Centro de Estudos em Neurociências e Educação
 Palavras-chave: Cognição; Narrativa; Novas Mídias;
 Pesquisadores:
Alfred Sholl Franco 
Gláucio Aranha Barros 
 Estudantes:
Cláuvin Erlan José da Costa Curty de Almeida 
Leonardo de Andrade Sanches Melo 
Rodrigo de Azevedo Fernandes 
 Árvore do conhecimento:
Ciências Biológicas;   Fisiologia;   Fisiologia de Órgãos e Sistemas;   Neurofisiologia;  
 Setores de aplicação:
Educação
Neurociências
Produtos e Serviços Recreativos, Culturais, Artísticos e Desportivos
 Objetivo: 
Esta linha explora as possibilidades pedagógicas das novas mídias e suas implicações cognitivas, o que envolve temas como novas mídias e ensino não-formal de neurociências; narratividade e construção do conhecimento científico; novas mídias e narrativas na educação científica; desenvolvimento de ferramentas em novas mídias para divulgação e alfabetização científica.

Um país que se fez de homens, mas sem livros

Manguinhos, no Rio de Janeiro, inaugura um conceito de biblioteca mais atraente à comunidade e que facilita o contato do público com os livros  

O complexo de Manguinhos, região periférica do Rio de Janeiro, foi escolhido para a instalação da primeira biblioteca parque do Brasil. Com a nova Biblioteca Parque de Manguinhos, inaugurada em abril onde antes funcionava uma antiga Divisão de Armamentos do Exército, Manguinhos passou a possuir a maior concentração de equipamentos culturais da cidade. Só de acervo, são 25 mil livros, 3 milhões de músicas em arquivo de MP3, 900 filmes em DVD e diversos brinquedos. Além do mais, os arredores contam com uma praça, centros comunitários e quadras poliesportivas, que devem atender uma população de mais de 100 mil pessoas de 16 comunidades da zona norte carioca. Com isso, espera-se fazer da biblioteca um centro de referência para a difusão de cultura e estímulo à leitura em uma região antes totalmente carente em relação a áreas de lazer e atividades culturais.  

“O objetivo é atrair a população para a convivência naquele espaço”, afirma a secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Rattes.  Ela explica que será oferecida na biblioteca parque uma programação voltada para as vocações da comunidade. Por isso serão disponibilizados cursos de empreendedorismo, alfabetização digital e qualificação em gerenciamento de pequenos negócios, como bares e restaurantes populares.  

Para definir o modelo de biblioteca que seria instalada em Manguinhos, foram visitadas diversas experiências realizadas em países com políticas fortes de livro e leitura, principalmente França, Chile e Colômbia. O nome biblioteca parque foi importado de uma iniciativa existente na cidade colombiana de Medellín, em que a instalação de equipamentos similares nas comunidades mais carentes contribuiu para a redução dos índices de violência, analfabetismo e de desenvolvimento humano. Medellín serviu como inspiração principalmente por se tratar de uma cidade que, assim como o Rio de Janeiro, convive com sérios problemas de exclusão social e violência. “Lá (em Medellín), as bibliotecas eram o símbolo da recuperação das comunidades”, afirma Adriana.  

Manguinhos é a segunda biblioteca inaugurada no Brasil com uma proposta diferenciada, cuja preocupação é oferecer à população um espaço confortável, livre, sem preconceitos literários e que seja, principalmente, uma opção de lazer. Em fevereiro, começou a funcionar a Biblioteca de São Paulo, localizada onde antes existia o complexo penitenciário do Carandiru. Na ocasião da inauguração da Biblioteca de São Paulo, a diretora Magda Montenegro explicou a proposta: “Fizemos uma biblioteca sem preconceitos com a leitura e que não qualifica o que a pessoa deve ou não ler”. Para atrair o público, junta-se a isso o contato direto com o livro nas estantes (sem a necessidade de solicitar exemplares à bibliotecária), o acervo atualizado e a realização de eventos culturais. De acordo com Magda, a remodelação do conceito de bibliotecas públicas no Brasil tende a seguir o apresentado pela Biblioteca de São Paulo e, mais recentemente, de Manguinhos. “Antes, a biblioteca era um santuário distante e isso afastava o público.”  

Segundo Ezequiel Theodoro da Silva, professor livre-docente em Metodologia de Ensino pela Faculdade de Educação da Unicamp e colaborador voluntário do grupo ALLE (Alfabetização, Leitura e Escrita), esse novo modelo de biblioteca é uma tentativa bem-vinda para a realidade brasileira, país no qual as bibliotecas historicamente foram tratadas com abandono. “Temos de repensar o modelo original, romper com uma biblioteca enclausurada e bloqueadora, que não servia a totalidade da população”, explica. O professor revela que bibliotecas mais despojadas e arrojadas, que servem de ponto de encontro para a comunidade, já existem em cidades como Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos.  

   

Dívida histórica
A criação de duas bibliotecas-modelo não ameniza uma dívida histórica brasileira. “O histórico no Brasil é de abandono das bibliotecas”, explica Ezequiel Theodoro da Silva. Isso ocorre porque a conservação desses espaços depende de manutenção, preservação e atualização do acervo. Além do mais, Silva complementa que o acesso às bibliotecas no Brasil sempre foi muito restrito e não houve políticas de capilarização para todas as cidades brasileiras.  

Atualmente, a situação brasileira aponta melhoras a partir da articulação do Plano Nacional do Livro e Leitura, capitaneado pelos ministérios da Cultura e da Educação. Entretanto, o gargalo criado após décadas de descaso deixou uma realidade difícil de ser confrontada. Segundo levantamento realizado em 2009 pela Fundação Getulio Vargas a pedido do Ministério da Cultura, 79% das cidades brasileiras possuem pelo menos uma biblioteca municipal. O estudo também revelou que 8% dos municípios não possuem esse tipo de equipamento público e que 12% estão em processo de abertura de uma, com o apoio do Minc. Quando analisados os dados referentes à estrutura, a situação mostra-se mais preocupante: apenas 47% têm, de acordo com os técnicos pesquisadores, condições adequadas de iluminação, ventilação, mobiliário e equipamentos. Outra questão preocupante é a oferta de cursos de extensão (12%) e o acesso à internet para os usuários (29%).  

O diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piuba, diz que o Ministério da Cultura está caminhando para zerar o déficit de municípios sem bibliotecas até o fim deste ano e modernizar as existentes. Dentre os principais problemas identificados pelo estudo da FGV, Piuba destaca a baixa frequência, número reduzido de funcionários (a maioria tem entre um e dois) e poucos dirigentes com formação em biblioteconomia (11%). Ele também aponta que seis capitais brasileiras estão em situação crítica na proporção de uma biblioteca para 100 mil habitantes. São elas Manaus, Belém, Recife, Salvador, Goiânia e Fortaleza, esta com cerca de 0,04 biblioteca pública municipal para 100 mil habitantes. Para essas cidades, o Minc desenvolve um plano de instalação de bibliotecas menores nas regiões da periferia. O professor Ezequiel Theodoro da Silva afirma que os dados apresentados pelo estudo da FGV devem ser colocados sob uma perspectiva qualitativa. “Depende do que você chama de biblioteca.” Segundo ele, uma biblioteca precisa contar com profissionais especializados, acervo em quantidade suficiente e em bom estado de conservação, além de estar disponibilizado ao público. “A dívida social é muito grande e depende da mobilização dos governos federal, estaduais e municipais, e isso não ocorrerá em seis meses.”  

Silva complementa serem essenciais políticas articuladas e de longa duração, que visem, além da construção de bibliotecas, recursos para a sua manutenção, atualização de acervo e informatização. Somente assim o Brasil poderá finalmente constituir-se, como defendia Monteiro Lobato, em um país feito com homens e livros.  

FONTE: http://www.cartacapital.com.br/carta-fundamental/um-pais-que-se-fez-de-homens-mas-sem-livros

 

Brasil homenageado em 2013: Ministério da Cultura e a Frankfurter Buchmesse formalizam acordo

Ministério da Cultura e a Frankfurter Buchmesse formalizaram acordo na manhã de 06/10/2010, pelo qual o Brasil será o país homenageado na edição de 2013 da feira de livros mundialmente conhecida.


José Almino de Alencar e Silva, presidente da Casa de Rui Barbosa representou Juca Ferreira, o Ministro da Cultura, num encontro com Juergen Boos, presidente da Frankurter Buchmesse. Entre as autoridades presentes estiveram o Cônsul Geral do Brasil na Alemanha, Embaixador Cézar Amaral, o Vice Cônsul, Danilo Zimbres, Prof. Dr. Luiz Alberto Vianna Moniz Bandeira, Consul honorário do Brasil em Heidelberg, a presidente da Câmara Brasileira do Livro, Rosely Boschini, Joaquim Maria Guimaráes Botelho, presidente da União Brasileira de Escritores, Prof, Dr. Darc Antonio da Luz Costa, presidente da Federação das Câmaras de Indústria e Comércio da America Latina, Marifé Boix Garcia, vice presidente da Feira de Frankfurt, Eliana Sá, vice presidente da Liga Brasileira de Editores, Prof. Jose Castilho Marques Neto, secretário executivo do Plano Nacional do Livro e da Leitura, Prof. Dr. Levi Bucalem Ferrari, diretor da União Brasileira de Escritores, Fabiano Santos, diretor do Livro e da Leitura e Bruno Melo, gerente de Cooperação e Assuntos Bilaterais, ambos ligados ao MinC.

II SEMINÁRIO CIÊNCIAS E COGNIÇÃO: Caminhos daNeuroeducação

 

II SEMINÁRIO CIÊNCIAS E COGNIÇÃO: Caminhos da Neuroeducação

O II SEMINÁRIO CIÊNCIAS E COGNIÇÃO: Caminhos da Neuroeducação é um evento que vem ao encontro da necessidade de um espaço direcionado a temas ligados à convergência dos campos da Educação e das Neurociências. A proposta volta-se para a promoção da articulação de ideias, experiências e conhecimentos entre os professores, pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de educação e neurociências. Com este propósito, o CeC-NuDCEN (Ciências e Cognição - Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências), da UFRJ, e a revista científica Ciências e Cognição (www.cienciasecognicao.org ), da Organização Ciências e Cognição, organizam e apresentam o evento.

Maiores informações e inscrições: http://www.itcongressos.com.br/2010/scc  

Valor da inscrição: R$ 15,00

Data: 13, 14 e 15 de outubro de 2010

Horário: 09:00 às 13:00

Local: Casa da Ciência - R. Lauro Müller, 3, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ

 

 

Seminário de Cultura Digital - 31 de maio e 1 de junho de 2010 - Rio de Janeiro (RJ)

 

Nos dias 31 de maio e 1 de junho, a Casa de Cultura Laura Alvim será palco do Seminário de Cultura Digital. Pesquisadores, artistas e representantes de grandes empresas vão debater a recente revolução que o aparato tecnológico provocou no campo cultural. Em pauta, a própria definição de cultura digital, os atuais modelos de negócios resultantes das novas tecnologias, produção cultural, mídias sociais e digitalização de acervos. A entrada é gratuita.

O evento tem curadoria de Heloisa Buarque de Holanda, uma das mais atuantes estudiosas dessas transformações, e é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Cultura. Participarão dos debates, entre outros: Oona Castro, diretora-executiva do Instituto Sociocultural Overmundo; Eliane Costa, gerente de patrocínio da Petrobras; Ana Claudia Souza, coordenadora do Portal das Artes da Funarte; e a dupla de artistas responsáveis pelo File - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, Paula Perissimoto e Ricardo Barreto.

"O momento é de reconhecer a importância do digital para a cultura", afirma Heloisa. "O que vamos fazer neste seminário é mostrar um retrato da era do acesso, na qual o impacto do digital é inegável. E esse panorama é essencial para a definição das políticas públicas."

Novo portal colaborativo

O seminário também lança oficialmente o Cultura.rj (www.cultura.rj.gov.br), portal da Secretaria de Estado de Cultura que tem como principal objetivo tornar-se um catalisador e uma tábua de ressonância de toda a produção cultural do estado. Trata-se de uma revista on-line aberta a colaborações de todos os envolvidos com as diversas manifestações artísticas do Rio, de produtores culturais a cidadãos ligados no que acontece em seu município. Na Revista, no Banco de Cultura, nos Espaços Culturais e na Programação Cultural, áreas do novo portal, qualquer usuário pode postar textos, fotos, vídeos, músicas - e fazer comentários sobre o material publicado. Basta preencher um cadastro simples.

O objetivo é fazer com que a vasta produção cultural dos municípios ganhe repercussão, e que um maior número de pessoas possa, cada vez mais, obter informações sobre a programação cultural do estado, além de mostrar os seus trabalhos.

No encerramento do seminário, os curadores do projeto File - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica vão fazer o lançamento da votação popular do File Prix Lux, o primeiro prêmio internacional de arte e tecnologia do Brasil.

  

SEMINÁRIO DE CULTURA DIGITAL

Dias 31 de maio e 1 de junho, das 10h às 18h.

Casa de Cultura Laura Alvim: Av. Vieira Souto, 176, Ipanema.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail: mila@cultura.rj.gov.br

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 31 de maio 

MANHÃ

10h : Abertura: Secretária Adriana Rattes

10h30 : A era do acesso - Heloisa Buarque  de Hollanda

11h: O que é cultura digital? (panorama do universo digital, suas ferramentas, recursos e horizontes) - Oona Castro (Overmundo)            

 

TARDE     

14h: Produção Cultural & Mídias Sociais (o uso das mídias sociais na criação, na divulgação e as mudanças de padrões de comportamento e sociabilidade) - Ana Claudia Souza (Funarte)

15h30: Coffee break 

16h: Cultura, autoria e novos modelos de negócios - Marília Maciel  

 

Dia 1 de junho 

MANHà    

10h: Acervos Digitais - Eliane Costa (Petrobras) e Ivo Correa (Google) 

TARDE

14h: O mundo das artes e das letras em tempos 2.0 - Giuseppe Zani (Petrobras) e Heloisa Buarque de Hollanda

15h30: Coffee break

16h: Paula Perissimoto (File) e Ricardo Barreto (File)

18h:  Coquetel de lançamento da votação popular do primeiro premio internacional de arte e tecnologia do Brasil, o FILE PRIX LUX.

 

Circulação de jornais cai quase 9% nos Estados Unidos

Circulação de jornais cai quase 9% nos Estados Unidos

The New York Times

Joseph Plambeck

 

A realidade diante de muitos editores de jornais americanos continua clara, com os números divulgados na segunda-feira (26) mostrando profundos declínios na circulação, com vendas médias durante a semana caindo quase 9% em comparação ao mesmo período no ano passado. 

No período de seis meses encerrado em 31 de março, o Birô de Auditoria de Circulação informou que as vendas dominicais caíram 6,5% e as vendas nos dias úteis caíram 8,7% em comparação ao mesmo período de seis meses há um ano. Os números se basearam nos informes apresentados por centenas de jornais individuais. 

O declínio foi disseminado, com quase todos os grandes jornais e muitos dos menores perdendo circulação. Entre os 25 maiores jornais, “The San Francisco Chronicle” foi o que mais sofreu, perdendo 22,7% de suas vendas nos dias úteis. 

Entre os 25 maiores jornais em circulação, 10 tiveram declínios de circulação durante a semana de mais de 10%. Os números da circulação aos domingos foram um pouco melhores, mas longe de ser uma boa notícia, com cinco dos 25 maiores jornais apresentando declínios de dois dígitos. 

A circulação de jornais está em declínio há muitos anos, mas a queda acelerou em 2007 e ainda mais rapidamente em meio à recessão. Apesar da Internet ser amplamente citada pela queda, os baixos números de circulação resultaram em parte de uma decisão consciente dos editores de se concentrarem nos leitores mais leais e lucrativos, frequentemente aumentando os preços e limitando os descontos. Alguns editores também limitaram a área de cobertura de seus serviços de entrega. 

“Há uma recalibração em andamento na indústria”, disse Randy Bennett, o vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios da Associação dos Jornais da América, um grupo que representa o setor. “Primeiro ocorreu uma redução de custos para alinhamento com a receita. Agora no lado da receita, há uma recalibração –cobrando mais pelas assinaturas e extraindo mais receita da circulação.” 

No ano passado, a circulação do “New York Times” caiu 5,1% no domingo, para 1,5 milhão de cópias, e 8,5% nos dias úteis, para 950 mil. O “Los Angeles Times” apresentou queda de 7,6% no domingo e 14,7% durante a semana. O “Chicago Tribune” caiu 7,5% no domingo e 9,8% durante a semana. 

Mas há alguns sinais de que a circulação pode ter começado a estabilizar. No “New York Times”, a circulação média durante a semana nos seis meses encerrados em 31 de março subiu ligeiramente em comparação ao período de seis meses encerrado em 30 de setembro de 2009. No “Arizona Republic”, a circulação nos dois períodos subiu de 316 mil para 350 mil. 

Em comparação há um ano, o “Wall Street Journal” teve alta de 0,5%, o único jornal entre os 25 maiores a experimentar um aumento durante a semana. (Ele não é publicado aos domingos.) 

Os números do “Wall Street Journal” foram auxiliados pelos 414 mil assinantes pagos de suas edições eletrônicas, incluindo seu site e outros sistemas como o Kindle, que estão incluídos nos números. A maioria dos jornais não cobra por seus sites e seus leitores online não estão inclusos no cálculo do birô de circulação, apesar de seus assinantes pagos das edições eletrônicas, como aquelas para o Kindle, estarem incluídos. 

O leve ganho do “Wall Street Journal” ajudou o jornal a ampliar sua vantagem sobre o “USA Today” na maior circulação geral, 2,1 milhões contra 1,8 milhão. O “USA Today”, que teve um declínio de 13,6% durante a semana, tem enfrentado dificuldades em parte devido à recessão no setor hoteleiro, já que ele frequentemente é oferecido pelos hoteleiros como um agrado aos seus hóspedes. Ele ocupou o primeiro lugar por muitos anos, antes de perdê-lo para o “Wall Street Journal” no último trimestre do ano passado. 

O “St. Petersburg Times”, que continua oferecendo jornais com grandes descontos para os novos assinantes, foi o único grande jornal a apresentar um aumento no domingo, de quase 1%, para 418 mil. Sua circulação durante a semana caiu cerca de 1,5%.

Tradução: George El Khouri Andolfato

 

As histórias em quadrinhos para a formação de leitores ecléticos: algumas reflexões com em depoimentos universitários

Valéria Aparecida Bari

Professora da Faculdade Paulista de Educação e Comunicação (FAPEC).

E-mail: valbari@attglobal.net

Waldomiro Vergueiro

Professor titular da USP. Professor de graduação e pós-graduação do CBD/ECA/USP.

Coordenador do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP (NPHQ/ECA).

E-mail: wdcsverg@usp.br

Resumo

A partir de depoimentos de universitários, discute-se a relação entre a leitura de histórias em quadrinhos e o gosto pela leitura – constatando-se que este se iniciou no contato com as publicações da Nona Arte, antes mesmo do período de alfabetização –, bem como o afastamento posterior das histórias em quadrinhos em benefício de outras leituras, mais utilitárias (livros e manuais de estudo). Os autores concluem pela defesa da inclusão de materiais quadrinhísticos no ambiente escolar em geral, aconselhando a familiarização dos profissionais de educação e informação com a mídia e a linguagem dos quadrinhos.

 

Palavras-chave: história em quadrinhos, leitura, leitura escolar, gosto pela leitura.

Comunicação & Educação, Vol. 12, No 1 (2007)

Texto Completo: http://200.144.189.42/ojs/index.php/comeduc/article/view/7068/6373

 

 

 

Desenhos Animados - Roteiro, Storyboard e Personagens

 

 

Por onde começar uma animação? Esta é a pergunta que motiva Erick Souza em um texto introdutório bastante útil para interessados no tema Desenhos Animados. O material discorre de maneira acessível sobre as etapas iniciais: o desenvolvimento do roteiro, storyboard e personagens. Trata-se de uma visão geral bem elaborada, que pode auxiliar muitos estudantes. O texto completo está disponível em no endereço: http://blog.ericksouza.com/8/ .

 

 

 

 

Literatura e mídia: pontos e contrapontos

Literatura e mídia: pontos e contrapontos

Maria Isaura Rodrigues Pinto (UERJ e UNIPLI)

 

RESUMO

A presente pesquisa, em conformidade com o pensamento estético do momento, elege como caminho de análise o enfoque do considerável grau de interseção entre o domínio literário e domínio midiático na atualidade, visto que esse parece ser o ponto que identifica, de modo mais intenso, a produção literária de hoje, gerando a necessidade de se examinar a maneira como esse processo vem se evidenciando. Busca-se, sobretudo, caracterizar o discurso romanesco contemporâneo, em função de suas complexas e variadas relações com os meios e formas da cultura de massa. Para realizar tal intento, foram escolhidas como objeto de exame a escritura de Sérgio Sant'Anna e de João Gilberto Noll, por se considerar o espaço narrativo dessas produções um campo especialmente privilegiado para a investigação proposta.

 

Texto Completo em: http://www.filologia.org.br/ixsenefil/anais/13.htm